Take a Survey URJC Vicálvaro - Edif. Departamental - (Sala C') 162 27 Sep 2018 Grupo de Trabajo
Multisesión (Track 9) 09:00 - 11:00

GRUPO DE TRABAJO: La planificación estratégica es un proceso continuo y sistemático, que permite el mayor conocimiento posible sobre el futuro. Es una acción constante de los gobiernos, las instituciones públicas y privadas, así como objeto de investigación académica. Esta acción tiene como objetivo, entre otras cosas, la toma de decisiones, el seguimiento y la evaluación de las acciones públicas e privadas. Se sabe que este tipo de acciones se llevan a cabo a menudo en disputa por el poder, es decir, por el juego político entre los actores de los diferentes tipos de organizaciones e intereses diferentes. Bajo este prisma, el objetivo de este Grupo de Trabajo es debatir con trabajos que analicen la dinámica social, económica y política de diferentes instituciones / organizaciones, con un enfoque centrado en las estrategias de los actores y en la proyección de escenarios. Por lo tanto, el análisis se centrará en las acciones institucionales / organizacionales actuales de diferentes países, sectores y actores para la proyección de acciones futuras.

A construção do planejamento local no Brasil: um estudo sobre o caso da saúde em Canoas/Brasil (2009-2018)
09:00 - 09:20
Na América Latina dos anos 1960, a compreensão acerca do planejamento sofreu influência da teoria desenvolvimentista, reduzindo-o um papel de programação da economia voltado para alcançar o crescimento econômico (HUERTAS 1996, FRIEDMANN, 2006). De modo semelhante, a discussão sobre o planejamento no campo da saúde foi induzido por agências internacionais que carrearam esse debate na região. Assim, o planejamento em saúde refletia esse sentido corrente, sendo concebido como instrumento tecnocrático, que pautando-se sobre custo-benefício buscava estimar os recursos necessários para realizar as ações com o menor custo possível. Apesar de corresponder a um avanço no campo do planejamento de saúde à época, esse método foi amplamente criticado por seu caráter normativo, tecnocrático e economicista. A partir de 1975, como resposta a essas limitações, agências internacionais passaram a conceber o plano como um instrumento que, coordenado pelo Estado, pressupõe a mobilização e participação de vários atores, introduzindo, junto a necessidade de avaliação dos recursos financeiros disponíveis, a viabilidade política necessária para o planejamento das ações em saúde (MATUS, 1996; 2006). Se, no final da década de 1970, a América Latina assiste paulatinamente a ascensão do planejamento estratégico situacional (PES) como sucessor do planejamento normativo, no Brasil, esse é um debate que se desenvolveu lentamente. Planejar na esfera pública se configurou, no Brasil, como uma capacidade historicamente centralizada no governo federal (REZENDE, 2011), foi apenas no contexto da promulgação da Constituição Federal de 1988 (CF/88) em meio ao processo de descentralização das políticas sociais, que o planejamento se tornou uma obrigatoriedade legal para os atores políticos em nível local. Dessa forma, atores com pouca experiência nessa tarefa, passaram a ter que construir capacidades burocráticas e relacionais para atender as demandas da CF/1988 (GOMIDE; PIRES 2014; SOUZA, 2017). Nesse processo observamos o planejamento passar, idealmente ao menos, de uma ferramenta de gestão, concebida e manejada por atores alocados em altos escalões da administração pública, para um instrumento técnico-político que, articulador, que agregava às demandas, expectativas e perspectivas de diversos atores, apontando para a transformação do modelo tradicional. Na esteira desse debate, partindo da premissa do planejamento estratégico Matus (1993; 1996, 2016), sustentamos que os planos devem, cada vez mais, deixar de se constituir como um aparato centralizado, formulado por uma elite burocrática dos níveis de altos e médios escalões, para se tornar uma ferramenta política de decisão participativa sobre o futuro. Nos propomos a investigar como o planejamento da saúde foi construído no município de Canoas/Brasil no período entre 2009-2018 observando as mudanças derivadas das trocas de gestão política municipal. Metodologicamente utilizaremos a estratégia do process tracing, que pode ser entendida como uma técnica que busca refazer a trajetória de uma política pública, tendo na descrição um contributo essencial para enfatizar a sequência causal em que os fatos do processo se situam (COLLIER, 2011). Interessa-nos observar nesse rastreamento de trajetória, os atores que formulam e implementam o planejamento; os setores e estruturas construídas para essa tarefa; a forma como planejam, ou seja, se sofrem influência do PES.
Análisis estratégico y prospectiva económica en Argelia
09:20 - 09:40
A pesar de estar actualmente sufriendo una difícil coyuntura socioeconómica y política, Argelia sigue ocupando un lugar predominante en la singular dinámica geoestratégica del Magreb. De acuerdo al informe Doing Bussines (2016), elaborado por el Banco Mundial, se trata de un país estable y seguro para las inversiones. Gracias al protagonismo de sus importantes industrias, Argelia se ha convertido en el primer productor africano de gas (representando más del 50% de la producción total del continente), séptimo en el mundo en reservas gasíferas probadas, quinto en producción y tercero en exportación a nivel mundial. Asimismo, es el tercer proveedor de gas natural y cuarto en provisión energética total para la Unión Europea, tercer productor africano y décimo octavo productor mundial de petróleo, décimo segundo exportador mundial petrolero y décimo quinto en reservas mundiales probadas de dicho recurso. Además, la tercera potencia económica africana también cuenta con otros recursos como fosfato, zinc, hierro, oro, uranio, tungsteno, caolín y silicio, impulsores de industrias estratégicas. Dichos metales, junto con los hidrocarburos, han facilitado el posicionamiento comercial internacional de importantes empresas argelinas como SONATRACH, Grupo Saidal o SNVI. De acuerdo con la Organización Árabe para Garantía de Inversiones, es la cuarta potencia económica en el mundo árabe. Por último, Argelia es el país menos endeudado de toda la región MENA, segundo mayor poseedor de reservas oficiales de cambio (después de Arabia Saudí) y tercer mayor poseedor de reservas de oro (después de Arabia Saudí y Líbano) en la misma región. Ante este prometedor panorama, seguir promoviendo con éxito el desarrollo económico en Argelia implica potenciar todas las capacidades de sus sectores y subsectores estratégicos y, al mismo tiempo, fortalecer su tejido socioeconómico y financiero de soporte desde sus propias bases. Esto significa, entre otras cosas, focalizar propuestas de inversión en aquellos componentes generadores de sinergias y efectos cascada tales como los sectores de hidrocarburos, industrial, agroexportación y servicios, a través de una inclusión progresiva de pequeños y medianos empresarios y empresarias a las dinámicas macroeconómicas nacionales. También comprende una seria apuesta por la inversión en tecnología, innovación y formación profesional técnica, la misma que podría brindar mayores oportunidades de empleo y generación de ingresos a la expectante y bien preparada juventud argelina. El impacto directo de dichas inversiones sería la creación de un poderoso círculo virtuoso que fortalecería la seguridad, la estabilidad y el desarrollo sostenible en la región, mejorando y ampliando progresivamente diversos y rentables nichos de mercado. Con el objetivo de conocer mejor la complejidad del contexto económico argelino y facilitar la planificación y formulación de alternativas viables de desarrollo a través de proyectos de inversión pública y privada, el Centro de Estudios Estratégicos Magrebíes (España) presenta esta investigación, la misma que incluye un exhaustivo análisis estratégico de los más importantes sectores económicos de la nación magrebí (Hidrocarburos, Agricultura, Industria, Comercio y Servicios, Turismo, Inversión social pública, Economía naranja) junto con un diseño de escenarios económicos y perspectivas de futuro.
Contribuições da Orientação Vocacional/Profissional para o Planejamento e Gestão autônoma de estudantes do Ensino superior
09:40 - 10:00
O Projeto de Pesquisa que estou desenvolvendo, no âmbito do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Trabalho – NEPET, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília – UnB, objeto de minha apresentação, realiza um estudo sobre o percurso de ensino e a carreira profissional nas trajetórias estudantis, na Universidade de Brasília. A linha de investigação que venho desenvolvendo na área de Educação e Trabalho, em especial no campo da Orientação Vocacional e Profissional, desde os anos 2000, analisa como se preparam os jovens do ensino médio para a sua transição ao ensino superior. Em particular tem me interessado entender como eles fazem as suas escolhas de curso/profissão e a trajetória das referidas escolhas na consolidação da identidade profissional, enfocando seus aspectos psico - pedagógicos em sua relação com os fatores sociais. Nesse contexto, este projeto, parte do pressuposto de que o conhecimento da identidade e das representações sociais dos diferentes objetos da cultura acadêmica e do mundo do trabalho é essencial para o nosso empreendimento, o que supõe investigar aspectos teóricos e epistemológicos da construção das representações sociais e sua aplicação ao estudo das trajetórias dos estudantes no ensino superior. Sabemos que no Brasil, os sistemas de intermediação laboral, não integram a orientação e a formação do trabalhador, tampouco as universidades possuem serviços suficientes e adequados, para auxiliar os jovens a lidar com as escolhas e as questões referentes ao processo de transição escola-trabalho. Embora as universidades possuam serviços que auxiliem os jovens a enfrentarem problemas em sua trajetória no ensino superior, tais serviços não têm caráter universal, sendo destinados, sobretudo, àqueles alunos que evidenciam problemas de adequação à universidade, sendo estes basicamente, de ajuda psicológica ou financeira. Tais serviços, embora necessários, são pontuais e, muitas vezes, de caráter marcadamente assistencial e não possibilita aos jovens lidar com as questões referentes às diferentes transições desse percurso. Entendo que o desenvolvimento de atividades de informação, a tomada de decisão em matéria de ensino, a avaliação das competências e as capacidades de gestão da carreira, entre outras atividades, auxiliarão as universidades a motivarem os alunos a estabelecer seus próprios objetivos e a assumir a responsabilidade pela sua própria aprendizagem. Isto pressupõe ajudá-los a aproximar as suas competências e interesses das oportunidades de educação, formação e emprego e das oportunidades de trabalho independente. Como professora e pesquisadora da área, venho trabalhando há alguns anos com a questão da consolidação da escolha e o fortalecimento da identidade profissional de alunos de pedagogia e, portanto, já havia me confrontando com os problemas referentes à escolha para o acesso ao ensino superior e aqueles relacionados à permanência dos alunos na universidade. Tal realidade, evidenciada em minha experiência acadêmica, mostra, claramente, a necessidade estratégica de políticas públicas focadas na transição escola-trabalho, na universidade e que contribuam com medidas concretas, efetivas que possam ajudar a reverter o quadro educacional de evasão de alunos da universidade e que tem consequências graves para os estudantes e suas famílias, para a universidade e para o país.
El plan Nacional de Desarrollo de Costa Rica (2015-2018) como herramienta de gestión para el desarrollo sostenible
10:00 - 10:20
El artículo tiene como objetivo el análisis del plan nacional de desarrollo de Costa Rica (2015-2018) como herramienta de gestión para la promoción del desarrollo sostenible. Se considera que los planes nacionales de desarrollo, en su calidad de instrumentos para la puesta en marcha de la planificación estratégica, cumplen un rol fundamental como herramienta que contribuye en el proceso de gestión de las actividades sustantivas del gobierno con el fin de llevar a cabo la promoción del desarrollo humano sostenible, especialmente, en el marco de la agenda 2030 para el cumplimiento de los objetivos de desarrollo sostenible, planteados por la Organización de las Naciones Unidas (ONU). En este sentido, el Gobierno de Costa Rica integró en su plan nacional de desarrollo (2015-2018) propuestas estratégicas sectoriales y regionales alineadas con los principales compromisos de desarrollo sostenible asumidos ante la ONU.
Estratégia metodológica para formação de professores rumo a agenda 2030
10:20 - 10:40
O objetivo do estudo foi verificar as concepções teórico-práticas iniciais, e após curso de formação de professores que atuam na Secretaria de Estado e de Educação do Distrito Federal - SEDF, no tocante as categorias: capital, trabalho, educação, suas relações e os desafios da aprendizagem, como também, apresentar estratégia de formação de professores para gestores públicos, frente a realidade brasileira e a agenda 2030. Tendo em vista o cenário educativo brasileiro, a estratégia de formação foi apresentada com base na tríade metodológica: ação-reflexão-ação por acreditar que com a práxis é possível realizar mudanças substanciais na gestão educativa, na ação pedagógica e política. Na pesquisa trabalhou-se com temas relacionados a educação, a formação docente e os desafios de aprendizagem na gestão da escola pública, incluindo, o trabalho pedagógico no chão de sala. Ao analisar as concepções de trabalho, educação dos participantes, foi possível certificar que tais concepções não eram suficientes frente aos desafios postos na atualidade para a gestão do ensino e das aprendizagens, pois suas relações não eram percebidas. O Norte do pensar foi guiado pelo conceito de educação da luta que amplia a concepção de aprendizagem, de gestão e de educação.
Presentations submitted by speakers
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Conferencistas
Centro de Estudios Estratégicos Magrebíes
Director General
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Professora adjunta
Universidad Nacional de Costa Rica UNACR
ACADEMICO Y SUBDIRECTOR ESC. DE PLANIFICACIÓN
Universidade de Brasília - UNB
Professora
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
doutoranda
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Moderadores
Universidad Nacional de Costa Rica UNACR
ACADEMICO Y SUBDIRECTOR ESC. DE PLANIFICACIÓN
Universidade de Brasília - UNB
Professora e pesquisadora voluntária do CEAM/NESTRA - Núcleo de Estudos Estratégicos

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